::: OUVINDO: THE KILLERS - MR. BRIGHTSIDE :::
Sem net, sem vício!
Meio fora do mundo, mas que os interessados me encontrem aqui no lado real.
Os cabos de casa continuam ruins. Não sei se desta vez tem jeito.
Enquanto o pessoal da técnica não aparece em casa, o mundo é dos sem net.
BALADENHA
Estava precisando.
Domingo fui na matinê da Blue Space.
Comemoração (ainda) do aniversário do Ederson!
Muuito divertido.
Nem preciso falar que me acabei na pista. Há tempos isso não acontecia.
Sem falar do show, quase sempre engraçado.
ALGUMAS COISAS QUE INCOMODAM
Por que meu chefe tem de ser babaca?
Sei que não é exclusividade minha, mas é que o cara se esforça tanto! (e nem precisa, viu!?)
Faz questão de pedir coisas inúteis, das quais nem lembra depois.
É grosso, chato e incoveniente.
Imagine como vou trampar feliz!
MOMENTO ÔNIBUS
Estou sem carro.
Parado numa rotatória, fui atingido por outro corsa.
Ninguem pode me acusar de barbeiragem desta vez. Estava lá, parado, só esperando.
Tirando o prejú, tenho que andar de ônibus por um tempo.
O que não é de todo ruim.
Já reparou como viajamos no bus?
Cara, penso tantas coisas.
De besteiras à comparações com a revolução francesa.
Bem fantástico mundo de BOB.
Tempo de pensar no amor.
Ah... o Amor!
Ele vai chegar? Já chegou e eu não reconheci?
Quem sabe a fórmula?
quarta-feira, 2 de abril de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
UFA!
:::: OUVINDO CARRIE UNDERWOOD / SO SMALL ::::
Nem amor, nem ódio.
Quer algo pior que ser nada?
Para você que hoje me ignora, saiba... I will rise again!
Não hoje, nem amanhã, but i will.
E como o que não mata deixa mais forte, tenho a esperança de virar aço.
Duro, resistente, mas polido para que possa refletí-lo.
E quando encarar tua imagem ali, meio distorcida, mas reconhecível, vai ver que ser diferente de ti não me torna menor. Talvez eu tenha ficado menor, o que é um estado, diante da intolerância.
Que esse dia chegue e estejamos prontos.
Não para aceitar qualquer coisa, mas para respeitar.
UFA
Ela tocou a campanhia e estava tão linda.
Mesmo depois de um dia intenso de trabalho.
Como um radar, captou que eu precisava de ajuda, depois de mendigar atenção a semana toda.
Foram breves minutos de companhia e entrega total a uma amizade bacana.
Quando a Karina foi embora ontem, levou também um montão de problemas.
Era o que eu precisava... dividir.
Eu falava, falava, falava e ela respondia com os olhos.
Muito emocionante. Agradeço a ela e à Yeshua pela oportunidade.
Só queria ser ouvido, pessoalmente.
PARTY EVERY DAY
Hoje é aniversário de um grande, grande amigo meu!
25 primaveras, um mancebo ainda hehehe
Como sou feliz com o Ederson.
É daquele tipo de amigo que lembra piadas em velório. Totalmente sem noção.
Cuidadoso, atencioso, divertido.
Um brother que carrego desde os tempos de colégio e espero levar ainda por muito tempo.
A data é simbólica. Mas festejamos sempre!
Sinta-se abraçado, beijado e querido, meu amigão!
COMENTÁRIOS
Feliz também porque vi alguns comentários no último post.
Geralmente a escrita era solitária.
Então, alguns recados>>
Rafael, deixe um contato para trocarmos idéias.
Mans, valeu pela força!
Mills, te vejo online, seu chatão
Eder, saudade... sempre!
Marco, resolveu aparecer, cachorrão?!
Nem amor, nem ódio.
Quer algo pior que ser nada?
Para você que hoje me ignora, saiba... I will rise again!
Não hoje, nem amanhã, but i will.
E como o que não mata deixa mais forte, tenho a esperança de virar aço.
Duro, resistente, mas polido para que possa refletí-lo.
E quando encarar tua imagem ali, meio distorcida, mas reconhecível, vai ver que ser diferente de ti não me torna menor. Talvez eu tenha ficado menor, o que é um estado, diante da intolerância.
Que esse dia chegue e estejamos prontos.
Não para aceitar qualquer coisa, mas para respeitar.
UFA
Ela tocou a campanhia e estava tão linda.
Mesmo depois de um dia intenso de trabalho.
Como um radar, captou que eu precisava de ajuda, depois de mendigar atenção a semana toda.
Foram breves minutos de companhia e entrega total a uma amizade bacana.
Quando a Karina foi embora ontem, levou também um montão de problemas.
Era o que eu precisava... dividir.
Eu falava, falava, falava e ela respondia com os olhos.
Muito emocionante. Agradeço a ela e à Yeshua pela oportunidade.
Só queria ser ouvido, pessoalmente.
PARTY EVERY DAY
Hoje é aniversário de um grande, grande amigo meu!
25 primaveras, um mancebo ainda hehehe
Como sou feliz com o Ederson.
É daquele tipo de amigo que lembra piadas em velório. Totalmente sem noção.
Cuidadoso, atencioso, divertido.
Um brother que carrego desde os tempos de colégio e espero levar ainda por muito tempo.
A data é simbólica. Mas festejamos sempre!
Sinta-se abraçado, beijado e querido, meu amigão!
COMENTÁRIOS
Feliz também porque vi alguns comentários no último post.
Geralmente a escrita era solitária.
Então, alguns recados>>
Rafael, deixe um contato para trocarmos idéias.
Mans, valeu pela força!
Mills, te vejo online, seu chatão
Eder, saudade... sempre!
Marco, resolveu aparecer, cachorrão?!
segunda-feira, 17 de março de 2008
POR CONTA E RISCO
:::: OUVINDO - JOHN MAYER / SAY :::::
Take all of your wasted honor
Every little past frustration
Take all of your so-called problems
Better put them in quotations
SAY WHAT YOU NEED TO SAY
A caminhada até a lan house de onde escrevo este post demorou, aproximadamente, 20 minutos.
Na descida da ladeira, o costumeiro fone de ouvido e uma chuva fina, fria.
Inquietante, mas incapaz de intimidar.
Segui tranquilo. Minha vontade de "falar", "dizer" é maior que tudo neste momento.
E tenho de fazer isso aqui! Neste espaço!
Não que não tenha amigos.
Tenho alguns... compreensivos, prestativos... até a página dois.
SERÁ QUE É ASSIM TÃO DIFÍCIL?
Muita gente confunde o que é ser amigo.
Não é estar disponível de madrugada, por exemplo, para os seus desabafos e loucuras.
Quer dizer, também, mas não somente.
Numa situação de carência, crise existencial, mágoa com terceiros, isatisfação e outros adendos, o melhor que se pode oferecer é o silêncio.
Não qualquer silêncio.
Não um silêncio fúnebre.
Um silêncio inocente, presente.
Quem chora quer ouvir um 'estou aqui", sem palavras.
Nada, absolutamente nada, adianta disparar os clássicos "não fique assim!", "vai passar", "ele/ela não merece suas lágrimas", "um dia da caça outro do caçador", "eu avisei", etc etc etc.
Isso tenta, ofensivamente, minimizar um problema que só quem passa pode dimensionar.
Walking like a one-man army
Fighting with the shadows in your head
Living out the same old moment
Knowing you'd be better off instead if you could only
SAY WHAT YOU NEED TO SAY
Dizer o que temos a dizer, assim como tudo na vida, implica na inevitável lei básica.
Para toda ação, uma reação.
Podemos ser compreendidos.
Podemos ser mal interpretados.
Podemos ser felizes.
Podemos ser julgados.
Se por um lado há o alívio de colocar em palavras a união da mente e coração, há a probabilidade das mesmas assumirem a forma de armas contra a sua vontade. Ferindo, machucando, direta ou indiretamente e plantando a pior das sementes: a dúvida.
Afinal, uma discussão leva a vários questionamentos. Será que vale a pena? Eu mereço isso?
As vezes é preciso pensar para não ter de repensar.
Mas, também as vezes, é preciso deixar ir.
Quem disse que escolher é uma tarefa fácil?
Have no fear for giving in
Have no fear for giving over
You better know that in the end it's better to say too much
Then never to say what you need to say again...
Even if your hands are shaking
And your faith is broken
Even as the eyes are closing
Do it with a heart wide open
Say what you need to say...
Take all of your wasted honor
Every little past frustration
Take all of your so-called problems
Better put them in quotations
SAY WHAT YOU NEED TO SAY
A caminhada até a lan house de onde escrevo este post demorou, aproximadamente, 20 minutos.
Na descida da ladeira, o costumeiro fone de ouvido e uma chuva fina, fria.
Inquietante, mas incapaz de intimidar.
Segui tranquilo. Minha vontade de "falar", "dizer" é maior que tudo neste momento.
E tenho de fazer isso aqui! Neste espaço!
Não que não tenha amigos.
Tenho alguns... compreensivos, prestativos... até a página dois.
SERÁ QUE É ASSIM TÃO DIFÍCIL?
Muita gente confunde o que é ser amigo.
Não é estar disponível de madrugada, por exemplo, para os seus desabafos e loucuras.
Quer dizer, também, mas não somente.
Numa situação de carência, crise existencial, mágoa com terceiros, isatisfação e outros adendos, o melhor que se pode oferecer é o silêncio.
Não qualquer silêncio.
Não um silêncio fúnebre.
Um silêncio inocente, presente.
Quem chora quer ouvir um 'estou aqui", sem palavras.
Nada, absolutamente nada, adianta disparar os clássicos "não fique assim!", "vai passar", "ele/ela não merece suas lágrimas", "um dia da caça outro do caçador", "eu avisei", etc etc etc.
Isso tenta, ofensivamente, minimizar um problema que só quem passa pode dimensionar.
Walking like a one-man army
Fighting with the shadows in your head
Living out the same old moment
Knowing you'd be better off instead if you could only
SAY WHAT YOU NEED TO SAY
Dizer o que temos a dizer, assim como tudo na vida, implica na inevitável lei básica.
Para toda ação, uma reação.
Podemos ser compreendidos.
Podemos ser mal interpretados.
Podemos ser felizes.
Podemos ser julgados.
Se por um lado há o alívio de colocar em palavras a união da mente e coração, há a probabilidade das mesmas assumirem a forma de armas contra a sua vontade. Ferindo, machucando, direta ou indiretamente e plantando a pior das sementes: a dúvida.
Afinal, uma discussão leva a vários questionamentos. Será que vale a pena? Eu mereço isso?
As vezes é preciso pensar para não ter de repensar.
Mas, também as vezes, é preciso deixar ir.
Quem disse que escolher é uma tarefa fácil?
Have no fear for giving in
Have no fear for giving over
You better know that in the end it's better to say too much
Then never to say what you need to say again...
Even if your hands are shaking
And your faith is broken
Even as the eyes are closing
Do it with a heart wide open
Say what you need to say...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
AS VEZES OS QUE MAIS AMAMOS SÃO OS QUE MENOS CONHECEMOS
::: OUVINDO JOSS STONE - SECURITY :::
"... and you are only human after all".
Esse verso da música é sensacional.
Aliás, foi o que me conectou em primeira instância.
Depois, claro, vieram a voz rouca e grave e a melodia sensacional que evocam reflexão.
... por maiores que sejam os esforços... "somos apenas humanos no fim das contas".
Quem nunca errou, que se atreva.
Eu sou um cara de muitos erros.
Alguns bem feios, é verdade.
Mas tenho um orgulho danado em perceber que reconheço todos, sem o menor pudor.
Fiz muita gente feliz. Acredito que ainda faço.
Fiz muita gente chorar também. Não queria, mas faz parte, é o balanço da vida.
Nada foi em vão, aleatório e deletável. Lembranças que insistentemente me visitam são prova de que nada é por ser, sem motivo. Marcas de um verdadeiro aprendizado.
FATOR SURPRESA
E quando você jura que conhece?
Mais do que isso...
... quando aquele muro de verdades inquestionáveis e segurança insubstituível cai, tijolo por tijolo?
Dói?
Claro que dói!
Mata?
Não sei...
Como suportar que um amigo, um irmão, um pai seja mentiroso?
Pior, que o envolva em conspirações ardilosas e vergonhosas?
A surpresa piora tudo.
Dor, de onde menos se espera?
É... amar machuca!
Em 2007, tive duas grandes decepções.
Algumas outras, em menor escala... que se arrastaram
atravessaram 2008, sem prazo de vencimento.
Apesar de abalativas, meros obstáculos.
Não darei este peso e força à tão negativa energia.
NADA DE SAPUCAÍ
Nunca gostei do carnaval.
Sempre achei uma chatisse sem fim.
É um
a festa bonita, expressão popular das mais significativas, mas... chata.
Ao menos pra mim.
Gosto é gosto, né?
Nem por isso o feriado deixou de ser interessante.
Falei com amigos, cuidei da minha sobrinha (cada dia mais fofa), dei voltas com a cachorrinha. Tudo careta, mas prazeroso.
Um dos programas foi conferir o novo filme do Will Smith, que eu sempre achei um paspalho.
Para sorte do mundo, aparências enganam e conceitos mudam.
Movido por uma curiosidade master, fui ao cine esperando uma performance fracassada.
Estava errado. Thank God!
COM UMA CIDADE AOS PÉS
Sabe aquele sonho de garoto.
De dormir em um supermercado?
Todas as guloseimas à disposição, fazer o que bem entender, acabar com cervejas, salgados, refrigerantes.
Sim, é um pensamento consumista.
Shame on me!
Agora turbine esse sonho.
Uma cidade inteira, talvez um país, aos seus pés.
Sem sinais de trânsito.
Sem regras.
Mas... sem pessoas também.
Já não tem tanta graça, não é?
Apesar da tese, este não é o foco de EU SOU A LENDA.
O filme ignora a questão de uma sociedade sem leis para evocar algo muito mais interessante.
A solidão.
Eu sou a lenda é um filme sobre solidão, basicamente.
De que adianta uma infinidade de recursos ao alcance das mãos sendo que não se pode compartilhar com quem amamos.
E não falo de grana ou produtos caros.
Um abraço, um beijo, um bom dia... nada!
A situação piora (claro) se, além das péssimas recordações de como a raça humana fora dizimada, acrescentarmos a presença de mortos-vivos. Comedores de carne formados por um tipo de vírus.
Fantasioso?
Sim!
Desinteressante?
Nãaao!
Pelo contrário.
Um ótimo pêndulo.
Com inimigos tão ferozes, o vazio, tristeza e medo do personagem de Smith só não superam o "estar só".
Um mergulho tão profundo que reduz os vampiros a meros vilões coadjuvantes.
O que realmente assusta são os gritos abafados, o choro preso, a raiva armazenada.
Não que ele não pudesse fazer nada disso. Mas porque simplesmente não teria para quem fazê-lo.
E isso, meus amigos, impressiona mais que um par de caninos afiados.
Apesar da ação desenfreada, a história, bem como sua condução, é de uma beleza e sensibilidade notória.
A interpretação de Smith é sensacional. Ele cumpre sim, a difícil tarefa de carregar o filme nas costas.
Claro que contou com ajuda.
A inseparável cadela Sam (Samantha) tem participação fundamental.
O suporte emocional do Dr. Neville (personagem de Smith) ajuda (e muito). Torcemos, o tempo todo!
A cena em que ela entra em um galpão escuro, ficando totalmente entregue a ação
dos lânguidos vilões, é insuportável.
Potencializada pela decisão do Dr. Neville de resgatá-la a todo custo! Salvar a única (até então) amiga em decisão que poderia custar a própria vida. Amor incondicional. Tocante.
No terço final, somos apresentados a Anna, personagem da brasileira Alice Braga.
Confesso que uma grata surpresa.
Li uma ou outra coisa malhando o trabalho da coitada lá fora.
Mas, aquém dos olhares críticos, abri um baita sorriso.
Saí satisfeito!
"... and you are only human after all".
Esse verso da música é sensacional.
Aliás, foi o que me conectou em primeira instância.
Depois, claro, vieram a voz rouca e grave e a melodia sensacional que evocam reflexão.
... por maiores que sejam os esforços... "somos apenas humanos no fim das contas".
Quem nunca errou, que se atreva.
Eu sou um cara de muitos erros.
Alguns bem feios, é verdade.
Mas tenho um orgulho danado em perceber que reconheço todos, sem o menor pudor.
Fiz muita gente feliz. Acredito que ainda faço.
Fiz muita gente chorar também. Não queria, mas faz parte, é o balanço da vida.
Nada foi em vão, aleatório e deletável. Lembranças que insistentemente me visitam são prova de que nada é por ser, sem motivo. Marcas de um verdadeiro aprendizado.
FATOR SURPRESA
E quando você jura que conhece?
Mais do que isso...
... quando aquele muro de verdades inquestionáveis e segurança insubstituível cai, tijolo por tijolo?
Dói?
Claro que dói!
Mata?
Não sei...
Como suportar que um amigo, um irmão, um pai seja mentiroso?
Pior, que o envolva em conspirações ardilosas e vergonhosas?
A surpresa piora tudo.
Dor, de onde menos se espera?
É... amar machuca!
Em 2007, tive duas grandes decepções.
Algumas outras, em menor escala... que se arrastaram
atravessaram 2008, sem prazo de vencimento.
Apesar de abalativas, meros obstáculos.
Não darei este peso e força à tão negativa energia.
NADA DE SAPUCAÍ
Nunca gostei do carnaval.
Sempre achei uma chatisse sem fim.
É um
a festa bonita, expressão popular das mais significativas, mas... chata.Ao menos pra mim.
Gosto é gosto, né?
Nem por isso o feriado deixou de ser interessante.
Falei com amigos, cuidei da minha sobrinha (cada dia mais fofa), dei voltas com a cachorrinha. Tudo careta, mas prazeroso.
Um dos programas foi conferir o novo filme do Will Smith, que eu sempre achei um paspalho.
Para sorte do mundo, aparências enganam e conceitos mudam.
Movido por uma curiosidade master, fui ao cine esperando uma performance fracassada.
Estava errado. Thank God!
COM UMA CIDADE AOS PÉS
Sabe aquele sonho de garoto.
De dormir em um supermercado?
Todas as guloseimas à disposição, fazer o que bem entender, acabar com cervejas, salgados, refrigerantes.
Sim, é um pensamento consumista.
Shame on me!
Agora turbine esse sonho.
Uma cidade inteira, talvez um país, aos seus pés.
Sem sinais de trânsito.
Sem regras.
Mas... sem pessoas também.
Já não tem tanta graça, não é?
Apesar da tese, este não é o foco de EU SOU A LENDA.
O filme ignora a questão de uma sociedade sem leis para evocar algo muito mais interessante.
A solidão.
Eu sou a lenda é um filme sobre solidão, basicamente.
De que adianta uma infinidade de recursos ao alcance das mãos sendo que não se pode compartilhar com quem amamos.
E não falo de grana ou produtos caros.
Um abraço, um beijo, um bom dia... nada!
A situação piora (claro) se, além das péssimas recordações de como a raça humana fora dizimada, acrescentarmos a presença de mortos-vivos. Comedores de carne formados por um tipo de vírus.
Fantasioso?
Sim!
Desinteressante?
Nãaao!
Pelo contrário.
Um ótimo pêndulo.
Com inimigos tão ferozes, o vazio, tristeza e medo do personagem de Smith só não superam o "estar só".
Um mergulho tão profundo que reduz os vampiros a meros vilões coadjuvantes.
O que realmente assusta são os gritos abafados, o choro preso, a raiva armazenada.
Não que ele não pudesse fazer nada disso. Mas porque simplesmente não teria para quem fazê-lo.
E isso, meus amigos, impressiona mais que um par de caninos afiados.
Apesar da ação desenfreada, a história, bem como sua condução, é de uma beleza e sensibilidade notória.
A interpretação de Smith é sensacional. Ele cumpre sim, a difícil tarefa de carregar o filme nas costas.
Claro que contou com ajuda.
A inseparável cadela Sam (Samantha) tem participação fundamental.
O suporte emocional do Dr. Neville (personagem de Smith) ajuda (e muito). Torcemos, o tempo todo!
A cena em que ela entra em um galpão escuro, ficando totalmente entregue a ação
dos lânguidos vilões, é insuportável.Potencializada pela decisão do Dr. Neville de resgatá-la a todo custo! Salvar a única (até então) amiga em decisão que poderia custar a própria vida. Amor incondicional. Tocante.
No terço final, somos apresentados a Anna, personagem da brasileira Alice Braga.
Confesso que uma grata surpresa.
Li uma ou outra coisa malhando o trabalho da coitada lá fora.
Mas, aquém dos olhares críticos, abri um baita sorriso.
Saí satisfeito!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
DIRTY LITTLE SECRET
:::OUVINDO: MOVE - THE DREAMGRILS:::
Era um dia normal.
Acoredei, escovei os dentes, tomei banho, peguei minha mochila, meu carro e fui buscar minha irmã.
Deixaria aquele barrigão enorme no trabalho e seguiria para a redação.
Na divisa de São Caetano do Sul e São Bernardo, contei uma piada.
Rimos feito loucos.
Entre uma gargalhada e outra, ela me olha espantada, coloca as mãos na barriga e diz: vai nascer!
Fiquei apavorado, mas emocionado!
Eu sabia que quando o neném estivesse pronto, eu estaria perto.
Não pergunte como, simplesmente sabia.
Talvez pela conexão indecifrável que tenho com minha irmã.
Acima de brigas, acima de egos, acima de ambições.
Existimos um para o outro, num amor fraternal incondicional.
Voamos para a maternidade!
Na recepção, uma espera sem fim, alongada pelo papo entre os seguranças sobre o rebaixamento do corinthians.
Mesmo entre contrações, minha irmã consegue ser impagável.
Respirando com dificuldade e com caretas que entregavam a dor, puxou meu colarinho.
Quando cheguei perto, ouvi:
"Esses loucos estão discutindo futebol quando deveriam estar atentos ao movimento. Não desgruda da minha filha, vai que alguem entra aqui e quer levá-la". rs
Meu cunhado chegou e minha irmã foi para a sala de cirurgia.
Enquanto isso, fiquei esperando no apartamento que iria acomodá-la.
Depois de mais ou menos meia hora, meu celular tocou.
"Nasceu! É uma menina linda e cabeluda!", entregou a voz do outro lado.
Corri para o bercário, à espera do primeiro encontro.
E ela chegou!
Pequena, frágil, trêmula, linda e... cabeluda... realmente!
Desde então, sigo os dias babando!
Um tio presente e sorridente. Do banho à troca de fraldas.
*****
Estou muito preocupado com a minha mãe.
Depois de um ano complicadíssimo em família, anda triste, de encontro aos cantos da casa, falando sozinha.
A coluna também não ajuda e tem sentido muitas dores.
Ai ai ai ai ai
Espero poder ajudar!
*****
A revista tem rendido boas risadas.
É praticamente meu primeiro contato firme com o jornalismo tipo "caras", se é que isso existe.
As matérias, apesar de fúteis, são interessantes.
Estive no lançamento de um livro na DASLU. hehehe Só rindo mesmo!
Tive a oportunidade de conhecer pessoas muito interessantes.
Camila, a fotógrafa, é uma delas.
Companheira de reportagens, elétrica, jovem, pra cima.
Pensamentos e idéias muito além dos 19 aninhos registrados na identidade.
*****
Domingo fui ao aniversário do primo de uma amiga minha na Tunnel.
Nunca gostei do lugar, mas sempre valorizei o som.
Estava vazio. O show foi divertido, mas duas amigas minha acabaram brigando feio.
Fiquei sossegado, sem azaração.
Comi parte do bolo de chocolate com morango, passamos no mc donalds e voltamos pra casa.
Programa rápido, antes da meia noite estava em casa. (sim, era matinê)
*****
No mais, sem mais!
Eu volto, prometo!
Bjs e abraços
Era um dia normal.
Acoredei, escovei os dentes, tomei banho, peguei minha mochila, meu carro e fui buscar minha irmã.
Deixaria aquele barrigão enorme no trabalho e seguiria para a redação.
Na divisa de São Caetano do Sul e São Bernardo, contei uma piada.
Rimos feito loucos.
Entre uma gargalhada e outra, ela me olha espantada, coloca as mãos na barriga e diz: vai nascer!
Fiquei apavorado, mas emocionado!
Eu sabia que quando o neném estivesse pronto, eu estaria perto.
Não pergunte como, simplesmente sabia.
Talvez pela conexão indecifrável que tenho com minha irmã.
Acima de brigas, acima de egos, acima de ambições.
Existimos um para o outro, num amor fraternal incondicional.
Voamos para a maternidade!
Na recepção, uma espera sem fim, alongada pelo papo entre os seguranças sobre o rebaixamento do corinthians.
Mesmo entre contrações, minha irmã consegue ser impagável.
Respirando com dificuldade e com caretas que entregavam a dor, puxou meu colarinho.
Quando cheguei perto, ouvi:
"Esses loucos estão discutindo futebol quando deveriam estar atentos ao movimento. Não desgruda da minha filha, vai que alguem entra aqui e quer levá-la". rs
Meu cunhado chegou e minha irmã foi para a sala de cirurgia.
Enquanto isso, fiquei esperando no apartamento que iria acomodá-la.
Depois de mais ou menos meia hora, meu celular tocou.
"Nasceu! É uma menina linda e cabeluda!", entregou a voz do outro lado.
Corri para o bercário, à espera do primeiro encontro.
E ela chegou!
Pequena, frágil, trêmula, linda e... cabeluda... realmente!
Desde então, sigo os dias babando!
Um tio presente e sorridente. Do banho à troca de fraldas.
*****
Estou muito preocupado com a minha mãe.
Depois de um ano complicadíssimo em família, anda triste, de encontro aos cantos da casa, falando sozinha.
A coluna também não ajuda e tem sentido muitas dores.
Ai ai ai ai ai
Espero poder ajudar!
*****
A revista tem rendido boas risadas.
É praticamente meu primeiro contato firme com o jornalismo tipo "caras", se é que isso existe.
As matérias, apesar de fúteis, são interessantes.
Estive no lançamento de um livro na DASLU. hehehe Só rindo mesmo!
Tive a oportunidade de conhecer pessoas muito interessantes.
Camila, a fotógrafa, é uma delas.
Companheira de reportagens, elétrica, jovem, pra cima.
Pensamentos e idéias muito além dos 19 aninhos registrados na identidade.
*****
Domingo fui ao aniversário do primo de uma amiga minha na Tunnel.
Nunca gostei do lugar, mas sempre valorizei o som.
Estava vazio. O show foi divertido, mas duas amigas minha acabaram brigando feio.
Fiquei sossegado, sem azaração.
Comi parte do bolo de chocolate com morango, passamos no mc donalds e voltamos pra casa.
Programa rápido, antes da meia noite estava em casa. (sim, era matinê)
*****
No mais, sem mais!
Eu volto, prometo!
Bjs e abraços
terça-feira, 6 de novembro de 2007
FECHE OS OLHOS PARA VER MELHOR
:::OUVINDO MACY GRAY - STILL:::
Por muito tempo pensei em encontrar sentido para tudo.
Mas por que não posso ter um lado conformista?
Por que as coisas não podem ser como são?
Simples assim...?
Eu digo e repito?
Não há nada pior que um passado que não passa.
Até que tenho tudo muito claro hoje.
Mesmo assim, perfume, música, paisagem, ainda despertam lembranças.
Sei, sei.
Insisto em falar disso.
Talvez o passado não passe pq eu não quero!
Tem cura?
Sim!
É imediata?
Não!
OLD FRIENDS
Ontem almocei com minha ex-chefe.
Figura total.
Passei pela TV rapidamente para cumprimentar o pessoal e deixar um material do meu atual trabalho.
Saudade, confesso.
A redação, os estúdios, a recepcionista, o seu Juca, segurança...
Nada mudou.
O esquema é o mesmo, o que fez a tarde chuvosa ficar ainda mais melancólica, um tom de cinza abaixo.
Mas foi bom assim, uma visita apenas, sem vínculos.
PACIÊNCIA
Sinto-me mal.
Não por saúde, mas por espírito.
Estou inquieto.
Depois da última discussão com a Rachel e o Leopoldo, as coisas mudaram muito.
Eu joguei a toalha... mesmo!
Agora que o lance está num ponto irreversível, falta-me paciência.
O que fica bem claro quando ainda trocamos idéias.
Sei que por grande parte a culpa é minha.
Mas não sou de sabão também, né?
Quantas chances tivemos?
Quantas foram desperdiçadas?
Essa conta é fácil, acredite.
DOCE NOVEMBRO
Este filme com a Charlize Theron é bem bobinho, mas bacaninha também.
Mas venho a falar que novembro é doce por outros motivos.
Pessoas especiais ficam mais experientes neste mês.
Assim é com o Tó, meu amigo lindo, por dentro e por fora.
Com a Rachel, companheira sempre. E com o Domingos, que acabei de conhecer, mas tenho carinho especial.
Ah, fora a Carla, que vai dar festão no buffet da figueiras amanhã
Obaaaaaaaaaa
Parabéns!
Por muito tempo pensei em encontrar sentido para tudo.
Mas por que não posso ter um lado conformista?
Por que as coisas não podem ser como são?
Simples assim...?
Eu digo e repito?
Não há nada pior que um passado que não passa.
Até que tenho tudo muito claro hoje.
Mesmo assim, perfume, música, paisagem, ainda despertam lembranças.
Sei, sei.
Insisto em falar disso.
Talvez o passado não passe pq eu não quero!
Tem cura?
Sim!
É imediata?
Não!
OLD FRIENDS
Ontem almocei com minha ex-chefe.
Figura total.
Passei pela TV rapidamente para cumprimentar o pessoal e deixar um material do meu atual trabalho.
Saudade, confesso.
A redação, os estúdios, a recepcionista, o seu Juca, segurança...
Nada mudou.
O esquema é o mesmo, o que fez a tarde chuvosa ficar ainda mais melancólica, um tom de cinza abaixo.
Mas foi bom assim, uma visita apenas, sem vínculos.
PACIÊNCIA
Sinto-me mal.
Não por saúde, mas por espírito.
Estou inquieto.
Depois da última discussão com a Rachel e o Leopoldo, as coisas mudaram muito.
Eu joguei a toalha... mesmo!
Agora que o lance está num ponto irreversível, falta-me paciência.
O que fica bem claro quando ainda trocamos idéias.
Sei que por grande parte a culpa é minha.
Mas não sou de sabão também, né?
Quantas chances tivemos?
Quantas foram desperdiçadas?
Essa conta é fácil, acredite.
DOCE NOVEMBRO
Este filme com a Charlize Theron é bem bobinho, mas bacaninha também.
Mas venho a falar que novembro é doce por outros motivos.
Pessoas especiais ficam mais experientes neste mês.
Assim é com o Tó, meu amigo lindo, por dentro e por fora.
Com a Rachel, companheira sempre. E com o Domingos, que acabei de conhecer, mas tenho carinho especial.
Ah, fora a Carla, que vai dar festão no buffet da figueiras amanhã
Obaaaaaaaaaa
Parabéns!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
DAYS OF OUR LIVES
A foto aí ao lado representa muito para mim.
Foi tirada numa viagem recente.
É o lugar perfeito para pensar.
Dúvidas envoltas numa proteção de rochas, banhadas e renovadas com um mar de canto gentil, esperançosas e crescentes como os galhos da árore solitária.
Quando me vejo sem saída na selva de pedra, transporto-me para lá em pensamento.
Pensar... pensar!
Dizem que a vida é aquilo que acontece enquanto planejamos o futuro. Mas que norte teria a humanidade sem os devaneios de grandes filósofos? De Aristóteles à Dercy Gonçalves?
Sim, a massa cinzenta precisa funcionar. Não para viver de passado, mas para usá-lo de acordo com nossos propósitos.
TURBULÊNCIA
Este ano as coisas não foram nada fáceis aqui em casa.
A crise foi tremenda, minha família desmantelou-se.
Ainda ha pouco ouvi de um "amigo"... "do que se queixa? todos estão criados, não há o que chorar".
No momento em que disse isso, deixei minhas preocupações de lado, para chocar-me com tamanha falta de sensibilidade. Mas falo dele mais para frente.
O clima aqui é horrível.
Retrato fiel da série Desperate Housewives.
Melhor até que a versão tupiniquim bancada pela Rede TV.
Para a vizinhança, tudo certo.
Da porta para dentro, olhares distantes e longos suspiros agarrados a um fio de esperança.
Muita coisa aconteceu desde que escrevi pela última vez.
Minha irmã vai ter um bebê.
É uma menina, linda.
Sei pq sou um tio presente, faço questão de estar em todas as consultas, exames, etc.
Fizeram um em 3D que mostrou o rostinho do neném, foi muito masa (tio corujaaaaa!!!!)
Minha irmã merece toda a felicidade do mundo.
Já ficou clara nossa ligação inexplicável.
Até mesmo neste vendaval repentino.
MUDANÇAS
Como gosto de coisas fáceis (rs) resolvi voltar a ter dois empregos.
Estou dividindo meu tempo entre o programa de viagens em uma emissora local e reportagens para uma revista, também da região.
Adoro o que faço, apesar dos encalços e das pessoas que fazem o trabalho ficar difícil para a equipe inteira.
Tenho feito muita coisa bacana na revista. Cobertura de shows, eventos interessantes.
O mais recente foi o do Vasco Faé.
Para quem não conhece, fica a dica... Blues de primeira.
Esse foi simples, no auditório da prefeitura de Santo André.
O projeto é bem bacana, chama-se Canja com Canja.
Artistas, renomados e desconhecidos, soltam a voz e o talento para, ao fim da apresentação, oferecerem ao público uma canja quente... e das boas, viu?
No outro extremo, está o Skank e o Credicard Hall.
Sensacionaaaallll
Mil acasos me levam a vocêeeeee!
CHEGADAS E PARTIDAS
Resolvi voltar a escrever para me tratar.
Sim, pensar nestas linhas é uma terapia.
Escancarar para o mundo, mesmo que este mundo seja eu e você, que está lendo, o que sinto.
Dois fatos me tocaram esta semana.
Primeiro, meu ex-namorado, de quem gostei absurdamente, finalmente encontrou alguem.
Fiquei feliz, claro, porque é extremamente merecedor de uma pessoa que o complete.
Mas reconheço que fui um pouco egoísta ao ler o que mandou por e-mail.
Ele sabe o motivo de não termos ficado juntos.
E, agora, sabendo que tem alguem, jamais o prenderia ou algo do tipo.
Neste caso, acho que a Ivete Sangalo fala por mim...
Eu faria tudo pra não te perder
Assim
Mas o dia vem e deixo você ir
Outro caso intrigante, envolve aquele "amigo" que citei lá em cima.
Uso aspas porque não sei se o que tivemos foi realmente amizade.
Apesar da presença constante, ele não gostava de dividir meus problemas, lamentações ou dúvidas.
Finalmente percebi que eu era um amigo de risos.
Minha validade venceu quando fiquei ranzinza e pensativo.
Sei que não sou uma pessoa fácil.
Mas a ficha caiu ao ligar num momento de necessidade e ter de ouvir "fala encrenca".
Aí não dá!
Para ele, deixo a luxúria.
Não, não dá mais tantas voltas não
se chicoteia assim por qualquer perdão
todo esse teatro não impressiona
por maior que seja sua recompensa
Não se importe tanto assim
com sua imagem decadente enfim
nada adianta depois se lamentar
por maior que seja sua displiscência
Volta ou vai embora meu amor
sem ameaças ensaias na frente do espelho
o caminho mais fácil
nem sempre é melhor que da dor
Dê uma chance pra vida te mostrar
um jeito menos doloroso de se despedir
não seja assim tão dura com as palavras
lave bem suas mãos antes de se decidir
tira essa lama das botas
antes de me dar as costas
Não, não dê tantas voltas não
se chicoteia assim por qualquer perdão
todo esse teatro não impressiona
por maior que seja sua recompensa
Não se importe tanto assim
com sua imagem decadente enfim
nada adianta depois se lamentar
por menor que seja sua displiscência
Volta ou vai embora meu amor
sem ameaças ensaias na frente do espelho
o caminho mais fácil
nem sempre é melhor que da dor
Dê uma chance pra vida te mostrar
um jeito menos doloroso de se despedir
não seja assim tão dura com as palavras
lave bem suas mãos antes de se decidir
tira essa lama das botas
antes de me dar as costas.
Na contramão, a vida traz pessoas que fazem a diferença.
Tenho encontrado força e conforto no Mills, amigo recente, mas que equivale a um de longa data.
Só tenho a agradecer as conversas, o ombro, a paciência, gentileza, entre tantas outras qualidades deste cara.
Saiba que é mútuo, amigão.
É isso, estou de volta!
Abraço a todos.
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